PARAQUEDISMO: TRISTE E APREENSIVO

O paraquedismo brasileiro está de luto neste mês de julho de 2016, triste com a perda de amigos numa colisão de velames e com a queda de uma aeronave ocupada por paraquedistas em Belém. Também ficamos assustados com a divulgação de um vídeo no qual um experiente paraquedista, Marcos (Babu) Farias teve pane de material no seu reserva após uma pane de punho do principal, mas teve a sorte de conseguir abrir o paraquedas principal que havia apresentado um problema no acionamento momentos antes.

Neste pequeno parágrafo anterior eu mencionei três dos maiores medos que um paraquedista pode ter: uma colisão de velames a baixa altura, a queda descontrolada da aeronave lançadora e uma pane de reserva. Haveria pesadelos maiores? Sim, claro, tem muito mais coisas que podem nos surpreender num salto e que podem tirar a nossa vida. Não quero assustar ninguém, mas creio que seja justo e prudente desfazer um mito: o de que o paraquedismo é um esporte seguro.

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Momento da abertura do principal após o rompimento do anel de ligação do reserva. Foto: Babu

 

 

Tantas vezes já vi paraquedistas tentando provar o seu ponto de vista afirmando, para um leigo no assunto, que o paraquedismo é totalmente seguro. Primeiramente, vamos definir o que é seguro. Seguro é algo livre de risco, acidente, perigo, lesões ou morte. Ou que pelo menos envolva pouco ou nenhum risco. Aí vem a pergunta: o paraquedismo é livre de risco? Certamente que não, pois a sua própria natureza o define como um esporte de risco, portanto, não é totalmente seguro.

Mas, por que eu iria querer depor contra o esporte pelo qual tenho e sempre tive paixão durante a minha vida toda? Pois bem, essa é a pergunta errada, pois a pergunta certa seria: por que ser transparente e esclarecer a natureza e os riscos deste esporte publicamente? Agora sim posso responder com clareza e honestidade. Porque é correto, justo, honesto, e só quem conhece os riscos pode se preparar para eles.

Mas tem o outro lado da moeda. Em 2007 assumimos o Comitê de Instrução e Segurança da CBPq e colocamos como meta zerar os acidentes fatais. Desenvolvemos uma estratégia e trabalhamos com um time muito competente. Entre outros, o Marcos Farias,  protagonista da principal história desta matéria, o Dim, presidente da CBPq, o Gustavo Brisolla, o Fábio Pelayo e muitos colaboradores especializados nas suas atividades. Criamos mais de dez programas de segurança e os acidentes começaram a cair. Foram de 8 para 7 e depois estabilizaram em 5 por ano por quatro anos. Em seguida baixaram novamente para 3 durante dois anos e finalmente em 2014, como efeito residual do nosso trabalho os acidentes zeraram. Ou seja, é possível controlar os acidentes com trabalho sério e mentalidade de segurança.

De uma forma pessoal, existem duas formas de minimizar os acidentes no paraquedismo: 1- prevenção; 2- preparando-se para agir da forma correta quando tiver que enfrentar uma emergência.

Neste artigo você pode assistir ao vídeo das panes do paraquedista Babu, um instrutor experiente com milhares de saltos. Muitos já assistiram o vídeo na internet, mas vale a pena ver de novo e tirar algumas lições.

Clique no link abaixo para assistir o vídeo. Imagens de Marcos (Babu) Farias:

No final da queda-livre o Babu tem uma pane de acionamento, chamada no paraquedismo de punho duro e não consegue abrir o paraquedas principal. É uma pane total de alta velocidade. Ele afirma que tentou três vezes e não conseguiu tirar o paraquedas piloto (pilotinho) do alojamento (BOC). Além de experiente, o Babu tem uma constituição  forte própria de um “Forças Especiais” da Marinha Brasileira, portanto o punho deveria estar muito travado. Como paraquedista experiente ele aciona o reserva sem desconectar o paraquedas principal (procedimento correto para paraquedistas com a categoria A para cima, no caso de punho duro e de não encontrar o punho).

O reserva abre em pane devido a um defeito de material causado pelo rompimento de um anel de ligação. É uma pane parcial de baixa velocidade, mas pode ser fatal. Quando reconhece o problema, ele se dá conta que não existe solução para o reserva naquele momento e volta a tentar abrir o principal. Desta vez, sem a pressão do reserva sobre o compartimento do principal e usando mais força e a outra mão para segurar o container do lado esquerdo, ele consegue tirar o pilotinho do alojamento, retira manualmente o pino e lança o principal, auxiliando no processo de abertura. O principal também não abre como deveria e ele luta até o último momento com a pane. Felizmente o impacto foi em um terreno limpo e deslizando lateralmente.

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Momentos antes do impacto com o solo. Foto: Babu

 

Num lance de muita sorte e “proteção divina”, conforme ele mesmo narrou, Babu nada sofreu. A experiência e a presença de espírito salvaram a sua vida. Por outro lado, a falta de conhecimento, a falta de iniciativa, ou o despreparo poderiam ter impedido que agisse corretamente num momento de muito estresse.

Porém, que fique claro, as ações do Marcos que descrevi acima sobre este acidente (foi um acidente porque houve danos materiais no reserva e físicos – um dente quebrado), foram na realidade uma reação, uma vez que a situação se apresentou a ele durante o salto e sua reação foi impecável, tanto é que salvou a sua vida.

Mas vamos falar um pouco agora sobre prevenção. O que poderia ter sido feito para prevenir que ela (a situação toda) não tivesse acontecido? Bem, o grau de prevenção depende de cada um de nós. Embora fosse impossível detectar o problema com o anel de ligação antes deste acontecimento, outras formas de prevenção poderiam ter evitado o problema para o Babu.

Vamos lá. Sem ter conhecimento de que marcas de equipamento ele estava usando, afirmo que estas escolhas podem fazer a diferença. Não são todas as fábricas que tem o mesmo processo de controle de qualidade.

Eu pessoalmente já vi mais de 10 panes em reservas. Algumas foram fatais e outras não. Mas aí vem a pergunta: como assim, o que você me diz da afirmação que todos gostariam que fosse verdade, de que “o reserva não dá pane”? A resposta não vai te agradar, mas o reserva pode não abrir, seja por falha humana ou de material, afinal de contas ele é um produto feito por seres humanos que também podem errar.

Entendemos por pane, quando o paraquedas não passa no cheque visual ou funcional, portanto um reserva com twist com giros violentos para trás está em pane. Também já vi (estava presente na área ou no salto) panes de reserva de punho duro, charuto, velame do reserva embaraçado com o principal, reserva preso dentro do container depois de acionado o punho, panes de dobragens e outras situações.

Relato isto para que os paraquedistas tenham consciência de que o resultado de suas escolhas pode significar a sua vida, embora eu não tenha espaço aqui para entrar em detalhes sobre este aspecto da prevenção.

Outro tópico importante a ser analisado é o punho duro no principal e como prevenir. Eu diria que se todos os materiais (pilotinho, BOC) são originais, então provavelmente a dobragem do pilotinho e (ou) o acondicionamento na BOC tenham originado a pane. Aqui entram duas possíveis medidas preventivas das quais você pode se beneficiar: 1- a escolha do dobrador e; 2- ao checar o paraquedas antes de equipar, mover o pilotinho na BOC puxando-o para fora (só um pouco), apenas o suficiente para ver se ele não está volumoso e corre fácil.

Em seguida quero analisar a questão da decisão de saltar com paraquedas emprestado ou alugado. No caso descrito acima, o paraquedas era emprestado. Claro, a pane iria ocorrer de qualquer forma com o dono do paraquedas, mas se você escolheu cuidadosamente os componentes do seu equipamento, dobra o seu próprio paraquedas ou tem um dobrador de confiança, faz a certificação semestral do reserva com um “recertificador” de sistemas que tem boa reputação no mercado, se você cuida bem do seu paraquedas, não salte com equipamento emprestado, pois você nunca vai saber as surpresas que tem esperam.

Para concluir este artigo, vou mencionar outros dois pontos importantes: a aeronave e o tráfego de velames, particularmente porque foram motivos de acidentes fatais neste último mês. Sugiro que você saiba tudo sobre a aeronave e sobre o piloto (manutenção, documentação, experiência, etc.) que vai te lançar e aprenda a manter os “olhos abertos” durante a navegação. Olhe para o chão por alguns segundos e olhe em volta mais tempo ainda, volte a olhar para o chão e novamente olhe à sua volta, o tempo todo, até estar seguro no solo. (Inclusive olhe pra cima depois do pouso para não ser atropelado por um paraquedista pousando.)

Concluo reiterando que o paraquedismo é um esporte de risco, mas estes riscos podem ser minimizados com prevenção e conhecimento de todas as possíveis emergências e estando preparado para enfrentá-las.

Para os interessados em ter mais conhecimento e preparo, a Skydive University, nos Estados Unidos, está desenvolvendo o curso “Jump Safer” que cobre todos os aspectos de segurança do salto, tanto prevenção como emergências, mas que não se limita aos aspectos conhecidos e vai muito além. O curso se destina a paraquedistas que querem saltar com o máximo de segurança possível. Brevemente divulgarei mais informações sobre o currículo completo, disponibilidade e preço deste treinamento que será oferecido para paraquedistas de categoria “A” para cima.

Para mais informações entre em contato por e-mail: ricardo_pettena@hotmail.com. Por favor, divulgue este artigo para que possamos cada vez mais saltar com segurança.

Ricardo Pettená tem mais de 10.000 saltos em 45 anos de paraquedismo. Começou com 13 anos de idade em Campinas e nunca mais parou de saltar. Hoje trabalha na Skydive Deland e na Skydive University.

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20 comentários Adicione o seu

  1. Michael Assumpção disse:

    Primeiramente, muito obrigado pela colocação de alguns fatos recentes de forma clara e transparente.
    Apesar de gostar muito outras modalidades e ter sido piloto de Paraglider por 7 anos, sempre fui apaixonado pelo paraquedismo, mas só pude dar início ao esporte como aluno em Janeiro de 2014.
    Tive a sorte de conhecer excelentes profissionais que se preocuparam muito em passar exaustivamento conceitos e procedimentos que tornariam muita trajetótia no esporte menos arriscada.
    Apesar de me sentir seguro, tive que colocar à prova esse preparo logo muito cedo (aprox. 100 saltos) em um procedimento de emergência devido a uma pane causada por erro de dobragem (equipamento alugado). Ao assistir ao vídeo, paraquedistas muito mais experientes chegaram a me parabenizar pela decisão e toda a execução do procedimento. No entanto, a partir dali tive contato com um tipo de indivíduo (felizmente ainda é minoria) que se esforça a esconder esse tipo de coisa como se a preocupação fosse de preservar uma imagem sem impacto para os negócios.
    Entendo que muitas pessoas e famílias dependem desse esporte para viverem e não podemos permitir que notícias sejam expostas de forma leviana e denigram a imagem do esporte, mas essa postura realmente me preocupa, pois sempre acreditei ser possível aprender com as experiências, suas e dos outros, e assim melhorar os números reais e não os esconder. E precisamos deixar muito claro para os novos e também para os mais experientes que “SIM, esse esporte pode matar”, e por essa razão não se pode “relaxar” quanto aos fundamentos de segurança.
    Tenho a impressão que a não divulgação de alguns acontecimentos passam uma imagem de que nada de “ruim” acontece, logo, muitos até esquecem dos riscos envolvidos.

    Mais uma vez obrigado e parabéns pelo texto.

    Abraços!

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    1. Michael, obrigado pelo seu comentário. Eu concordo com você totalmente. Acredito que sendo transparentes a respeito dos riscos do paraquedismo estamos sendo honestos e permitindo que cada um tome as suas decisões baseadas na realidade. Por favor, divulgue entre os amigos. Me coloco sempre à disposição se eu puder ajudar em alguma coisa. Meu e-mail é ricardo_pettena@hotmail.com.

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  2. Elisabette Pettena disse:

    Muito bem redigido teu texto Ricardo, no qual colocas toda a tua postura como paraquedista muito experiente, mostrando o prazer do esporte, mas, a responsabilidade que cada um que opta a pratica-lo, deve ter.

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    1. Obrigado Elisabette. É justamente isso: saltar com responsabilidade e tirar o maior proveito de cada momento.

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  3. Reinado Neves disse:

    Excelente texto. Saltei na década de 80 e a preocupação com prevenção era mínima .

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  4. Ricardo, meu amigo e mentor (não o único, porém um dos).
    Como dono de escola, instrutor e paraquedista, sempre tive 2 posturas muito bem definidas e gostaria de deixar claro os motivos:
    A primeira postura é para com os leigos que gostam de passear pelo nosso esporte (num salto duplo); essa postura é de que o esporte é seguro, visto que estou sempre me preocupando com todos os aspectos que consigo visualizar (e a cada dia visualizo novos aspectos), afinal, a pessoa não precisa aprender nada ou saber enfrentar nenhuma situação “perigosa” para fazer o seu salto.
    A segunda postura é para com os interessados a assumir o comando de um paraquedas (sejam alunos em curso teórico ou paraquedistas formandos); essa postura é baseada na obrigação que cada um tem de cuidar da sua segurança, sendo assim, meu papel é divulgar todos os aspectos que fui capaz de visualizar até o presente momento (como disse antes, o processo de evolução é constante e estou sempre atualizando), portanto, não apenas acho válido e importante seu artigo, acredito que seu artigo é de uma importância incalculável para a segurança de todos os envolvidos com o paraquedismo (inclusive para as escolas e donos de escola que como o Michael Assumpção relatou em seu comentário), mas principalmente, para o processo de evolução do esporte e sua continuidade ao longo do tempo.
    Mais uma vez, sou grato aos resultados que você alcança com o seu trabalho.
    Me inspiro em muitos aspectos no seu trabalho por acreditar que a sua forma de agir está coerente com o que acredito ser a forma ideal.

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    1. Obrigado Julinho. Eu admiro seu trabalho e sei da seriedade que você devota ao paraquedismo. Parabéns e continue sempre neste caminho. Grande abraço

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  5. Helio Yoshida disse:

    Paraquedismo é um esporte extremamente perigoso mas de risco controlado.

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    1. Exatamente! O risco pode ser controlado e este é o desafio. Foi isso que fizemos ao zerar os acidentes em 2014.

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  6. Ricardo Muchas gracias por la informacion y por transmitir experiencia y entusiasmo, tus conocimientos cabales sobre este apasionante deporte y que te ha llevado mucho tiempo llevar un desarrollo partiendo desde hacerlo seguro y luego divertido.Nadie esta exento de que no le pase nada , como bien dijiste como parte del sistema; error humano o defecto del material.
    He perdido amigos, compañeros y camaradas haciendo este deporte o actividad y todos los dias necesitamos nutrirnos de informacion fidedigna, para seguir retransmitiendo a los que menos experiencia tengan y porque no a los que tambien lo tienen.
    Creo que deberia ser permanente el asesoramiento leal y sincero para todos a fin de seguir bajando los porcentajes de incidentes y accidentes que este deporte acasiona.
    Gracias nuevamente por tus palabras y por tu trabajo.
    Perico

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    1. Gracias Perico!
      Também acredito em trabalhar sempre com intelegência e responsabilidade para fazer o paraquedismo cada vez mais seguro para todos. Abraços,

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  7. Jota Derviche disse:

    Excelente texto Ricardo, não foi por menos que eu te escolhi como Chefe do Comitê de Segurança – CIS – quando criei os Comitês em minha primeira gestão na Presidência da CBPq em abril de 2007. Apenas discordo quando você diz que “o paraquedismo não é um esporte seguro”. Penso o contrário, é um esporte seguro sim, mas de altíssimo risco e é este o mito a ser quebrado, informar sempre que apesar da segurança o risco é enorme.
    Quando converso com pessoas leigas sobre nosso apaixonante esporte e estas me perguntam sobre a segurança, eu informo que temos muita, pois o paraquedismo foi o primeiro “esporte radical” do mundo e bem antes do conceito “esporte radical” existir, bem por isto provavelmente dentre estes esportes arriscados é o que mais possui regras e normas de segurança. Mas sempre concluo com uma frase que deveria ser obrigatória ser dita por todos os instrutores no início da primeira aula teórica: “- O paraquedismo é um esporte seguro, mas de alto risco e mesmo que você o pratique respeitando todas as regras e normas de segurança você pode a vir se machucar gravemente ou mesmo morrer”. Parece estranho não é? Mas conceitualmente é isto mesmo, algo arriscado não é necessariamente inseguro assim como nem sempre algo inseguro é arriscado. Fantástico teu site e maravilhoso o seu trabalho, aliás, como sempre foi, um grande e forte abraço deste seu amigo aqui que muito te respeita.

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    1. Certamente Jota! Eu sempre me referi ao esporte da forma que você apresentou, com uma pequena diferença: eu costumo dizer que o paraquedismo pode ser praticado com segurança, desde que as regras sejam seguidas. Sabemos que existem muitas variáveis em questão, mas os riscos podem ser minimizados. Como segui a definição do dicionário, “que seguro é a ausência de risco”, ficou incoerente afirmar que o nosso esporte é seguro.

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      1. Jota Derviche disse:

        Seguro, segundo a definição do “Aurélio”, conhecido dicionário brasileiro da língua portuguesa, é algo que defende-se de riscos através de normas e ações preventivas. Não se trata de “ausência” de riscos, mas sim a sua prevenção que torna algo ou alguma coisa segura. Portanto, reafirmo, o paraquedismo é um esporte seguro desde que seja praticado segundo suas normas preventivas de segurança.

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  8. Manoel Jose de Souza Filho disse:

    Com tantos comentários de grandes Mestres, só quero falar parabéns e que precisamos cuidar da segurança, pq saltar é bom de mais. Quanto a qualidade de equipamentos, é necessário uma fiscalização mas rígida e responsável com o paraquedas.

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    1. Obrigado pelo comentário Manoel. Concordo com você sobre a questão do equipamento. A CBPq está fazendo um bom trabalho por meio do CEM – Comitê de Manutenção e Segurança, treinando e credenciando os recertificadores de sistema.

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  9. Excelente artículo Ricardo coincido con todos y cada uno de los puntos mencionados y muy bueno el comentario de Jota. Personalmente creo que el paracaidismo es un deporte de riesgo, que puede ser practicado de forma razonablemente segura, si se adopta una actitud de respeto por las Reglas Básicas y un conocimiento de la actividad. Evidentemente el riesgo existe y debe convivirse con él, aprendiendo, respetando y entrenando. El caso de Babú es un claro ejemplo. Un paracaidista inexperto, aún habiendo seguido todos los procedimientos de seguridad que su Instructor le enseñó, hubiera tenido un desenlace fatal. Un gran abrazo.

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  10. Rosinei Searfim Dos Anjos disse:

    Ola Ricardo , a muito tempo era ( T10 , TU ,PC ,PTCH7,PAPILLON E e depois os primeiros STRATO STAR 5CEL ,ja tinhamos que ter muita atençao com a segurança ; agora hoje nao e por que os equipamentos ficaram modernos e que temos um EPI de segurança DAA que temos de deixar a segurança de lado ,enfim temos que dobrar : nao só o velame mas dobrar a segurança . PARABÉNS pelo trabalho que você vem fazendo ; com certeza panes ja foram evitadas pelo seu trabalho . Abraços Rosinei !

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    1. Obrigado pelo comentário Rosinei.
      Um grande abraço

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