CAMPANHA PARAQUEDISMO MAIS SEGURO

CAMPANHA A ‘BRUXA NÃO ESTÁ SOLTA’ POR UM PARAQUEDISMO MAIS SEGURO

O objetivo da campanha A Bruxa Não Está Solta é criar uma consciência coletiva de segurança nos paraquedistas brasileiros para mitigar as emergências, diminuir os acidentes e tornar o paraquedismo mais seguro para todos.

Como primeira meta a ser atingida, queremos, num futuro próximo, zerar as estatísticas de acidentes fatais durante um ano inteiro.

“Bruxa solta não é uma velha montada numa vassoura, é nossa própria atitude no paraquedismo”, quando traduzida na mensagem básica da campanha, significa que não existe bruxa, nós somos os responsáveis pelas ocorrências indesejadas no paraquedismo. Assim sendo, somos nós que temos o dever e a responsabilidade de reverter os índices elevados de acidentes.

Imagem: primeira arte da campanha A Bruxa Não Está Solta.

Entretanto, acredito que é necessário esclarecer o que é uma consciência coletiva de segurança, e para que serve.

Quanto mais paraquedistas estiverem conscientes dos riscos do nosso esporte e, como consequência, buscarem formas de prevenção, mais seguro será o paraquedismo.

Além da prevenção é preciso que todo paraquedista também esteja preparado para enfrentar eventuais emergências. Emergências, panes, obstáculos e outras situações de perigo podem ocorrer em todas as fases do salto, desde o embarque até depois do pouso.

Pilotos, atletas, militares, bombeiros, policiais e adeptos de esportes de risco passam por retreinamentos periódicos para estarem aptos a encarar as armadilhas que ameaçam a sua segurança.

Compreende-se que somente quando uma massa crítica estiver consciente dos riscos do esporte e se capacitar para agir nas duas vertentes – prevenção e reação – por meio de busca de conhecimentos e de treinamentos práticos de solo, túnel, ar, piscina, e todos os outros meios auxiliares de treinamentos disponíveis, é que estaremos de fato mitigando os riscos do paraquedismo.

Como participar e ajudar na campanha: divulgue em todos os seus grupos, redes sociais, puxe o assunto em rodinhas de conversa perguntando se os colegas estão sabendo da campanha e se estão participando, fale com seus instrutores, donos de escolas, dirigentes de federações e associações. Essa é a força-tarefa que precisamos para decolar a campanha e criar a desejada consciência coletiva de segurança.

Mais informações com Debby pelo WhatsApp 61 999 54 1031.

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